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O Zarolho

13 julho 2007

Os palhaços na estrada

Já repararam que há mais palhaços concentrados nas estradas no que em qualquer outro lugar, nomeadamente nas concentrações semestrais da Associação dos Palhaços Pobres e Remediados de Portugal?
Segundo o taxista com que encetei conversações unilaterais, “há pessoas que não deviam andar na estrada. Não respeitam quem anda a trabalhar”. O respeito é um conceito interessante por esta tribo e que significa, numa tradução livre, que não dão prioridade.

Ouvir os taxistas a falar entre eles sobre o comum condutor, vulgo palhaço, é deveras interessante.
Motorista: Já viu este palhaço? Está com o pisca ligado há meia hora!
Eu: Hum hum...
Motorista: E aquele? Passou um vermelho. Caganda palhaço!
Eu: Xi...pois.
Motorista: Isto é lá modo de conduzir. Ó Palhaço! Estás armado em Fitipaldi?
Eu (em pensamento): Fitipaldi? O gajo não se lembra de nenhum piloto mais recente?
Motorista: Olha outro....mexe-me esses ossos. Estes palhaços vêm para aqui passear a dez à hora.
Eu (a alinhar na conversa e com a cabeça também já de fora do carro): Saiu-lhe a carta na farinha amparo.

Aparentemente não existem génios a conduzir. Com tanto palhaço na estrada era de esperar que se encontrasse pelo menos um génio, mas não. Nem mesmo aquelas pessoas que nunca tiveram um acidente ou sequer uma multa de estacionamento. Génios assim deviam ser lembrados no seu funeral. “A Manuela era tão boa condutora...As estradas vão ficar mais pobres...”
Vou ter que continuar à espera de ver um Polícia a mandar parar um condutor para o congratular pela manobra efectuada.

A hierarquia das estradas pelo que percebi é a seguinte: primeiro os veículos dos profissionais de saúde (mas só com o pirilampo ligado), depois os profissionais do transporte. Só depois vimos nós. Aqueles que ousam usar transportes particulares....pfff....Hereges... Há ainda uma outra classe (para eles. Não para mim amorzinho) que são as mulheres. Eu percebi que para um motorista, nenhuma mulher está capacitada geneticamente para ser boa condutora, excepto talvez a Michelle Mouton. Dizem que é Deus a brincar com os mortais. Ah e ainda os idosos, que não chegam a ser classe, mais conhecidos por “velhosdumraioquedeviamestarnumlar”.

Cá para mim só existem duas classes. Os que cumprem o nº 1 do art.º 14º do Código da Estrada e os outros. Passo a explicar para os que já não trazem o Código da Estrada na ponta da língua, o artigo diz o seguinte: “Sempre que, no mesmo sentido, sejam possíveis duas ou mais filas de trânsito, este deve fazer-se pela via de trânsito mais à direita.”
Acho que a maior parte das pessoas lêem neste artigo a seguinte interpretação:
A faixa da esquerda é para carros novos e potentes. Todas as ultrapassagens devem ser feitas nesta faixa. A faixa da direita serve para camiões e carros velhos. Na faixa do meio andam todos os outros. Portugal é um país de brandos costumes, de pessoas equilibradas e no meio está a virtude. Deve ser isso. Só pode ser isso. No meio.....mas estão armados em palhaços ou quê?

posted by Dimitri Apalpamos @ 12:14 da tarde,




09 julho 2007

Notícias Zarolhas

A Universidade da Virgínia nos States está há 10 anos a recriar digitalmente a cidade de Roma.
Confirma-se que Roma e Pavia não se fizeram num dia.

Nova teoria quântica: O Universo só existe quando olhamos para ele.
É assim como a luz do frigorífico.

O Concerto Live Earth aconteceu pelo Mundo inteiro.
Com isso conseguiu-se gastar electricidade em música 24 horas seguidas. Não é um bom começo para ajudar o Planeta...

posted by Dimitri Apalpamos @ 10:01 da manhã,